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Alenquer: Munícipe queixa-se de comportamento de funcionária do canil

Um munícipe esteve, numa das últimas reuniões de Câmara de Alenquer, e queixou-se do mau tratamento por parte de uma funcionária do Centro de Recolha Oficial de Animais de Alenquer. Isto porque nas duas vezes que capturou gatos abandonados na rua os quis encaminhar para o canil, mas a resposta foi uma pedra na mão por parte de uma das funcionárias. Pedro Antunes esteve em reunião de Câmara de Alenquer para lamentar a postura da trabalhadora em questão que até chamou a GNR.

O munícipe deu conta que foi mal recebido e que lhe faltaram ao respeito. Numa das vezes, o gato recolhido apresentava sinais de doença e foi-lhe dito que de momento não havia veterinário, pelo que teria de ir embora com o animal – “Disse que não o podia levar, uma vez que o canil é a entidade competente para o assunto. É lamentável o que aconteceu”. Mais tarde voltou a encaminhar mais um gato abandonado e desta feita “a funcionária chamou a GNR”. “Somos contribuintes para sermos mal tratados?”, questionou. Pedro Antunes queixou-se de ter sido expulso pela funcionária. Entretanto o animal teria de ser encaminhado para uma clínica veterinária. Foi ainda acusado de querer abandonar o gato no canil.

O presidente da Câmara de Alenquer, Pedro Folgado, na reunião da autarquia lamentou o facto de o munícipe ter sido maltratado, e prometeu indagar internamente. O vereador do PSD, Nuno Henriques, lembrou as várias queixas que nos últimos tempos têm aparecido, em reunião de Câmara, de munícipes a queixarem-se de funcionários municipais e “como tal a Câmara deve agir internamente para perceber o que correu mal”. Nuno Henriques estranhou ainda que o presidente da Câmara não tenha sabido da ida da GNR ao local. O canil, na sua opinião, é muitas vezes alvo de queixa dos munícipes. Frequentemente “o canil alega que apenas funciona em determinados horários, mas isto não pode ser assim, porque temos de ter aqui um serviço municipal de excelência. Sei de pessoas que ligam a um domingo e os funcionários do canil dizem que não é nada com eles”. Já o vereador da CDU, Miguel Carretas, considerou que a Câmara, em matéria de políticas para os animais de estimação, pode ir mais longe e apoiar os munícipes nas idas ao veterinário. Já quanto ao alargamento dos horários do CRO opinou que representará “mais despesa para o erário público, mas são opções políticas”.

Já o vereador com o pelouro do CRO, Paulo Franco, para demonstrar que o executivo estará atento às críticas, deu conta que já foi intentado um processo disciplinar a uma veterinária, que não esteve relacionada com este caso, tendo em conta um conjunto de reclamações quanto à atuação da mesma. O autarca prometeu ter em conta as queixas do munícipe e agir em conformidade ao mesmo tempo que deu conta que o canil vai sofrer obras tendo em vista o seu alargamento de modo a poder albergar mais 78 animais.

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