A Santa Casa da Misericórdia de Azambuja reclama um milhão de euros dos terrenos das piscinas. O assunto veio à baila na sequência de uma carta aberta da instituição que acusa o município de vários avanços e recuos, ao longo dos anos, e principalmente de uma promessa deixada em vésperas de eleições autárquicas em 2021 pelo antigo presidente Luís de Sousa, mas que teima em não se concretizar.

Em reunião de Câmara, a vereadora do Chega, Inês Louro, ficou estupefacta com a conduta da Câmara, e recordou as promessas do município que ficaram plasmadas num memorando assinado a escassos dias das eleições. Já o vereador do PSD, Rui Corça, considerou que esta é uma herança de Luís de Sousa incómoda para o atual presidente. ​Silvino Lúcio reforçou que as conversações estão bem encaminhadas com a Santa Casa, pese embora os revesses que este assunto já suscitou.

A instituição refere ainda na Carta Aberta a que o Valor Local teve acesso que em causa está a governabilidade da instituição pelo que espera um desenlace de todo o caso.
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