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Crianças de Manique venceram primeiro Festival da Canção infantil de Azambuja

Chamam-se Lara e Leonardo, vieram de Manique do Intendente, e foram os grandes vencedores do Festival da Canção Infantil de Azambuja, uma organização do Centro Cultural Azambujense, que após alguns anos de interregno, regressou este ano, com a sua décima quinta edição.

A canção “Eu queria ser o Pai Natal”, foi a escolhida entre dez temas a concurso, por um júri, composto pelos professores de música dos agrupamentos escolares do concelho.

Este ano o festival, teria uma novidade, pois seria a primeira edição de cariz internacional, com uma participante oriunda da Guiné-Bissau, no entanto e por razões burocráticas, tal não foi possível. Segundo Armando Martins, presidente do Centro Cultural Azambujense, apesar de se ter obtido autorização do Governo para a participação da concorrente, e apesar de todos os esforços feitos durante mais de um mês, pela coletividade e pelo presidente da Câmara Municipal de Azambuja, na tentativa de desbloquear a situação, a embaixada no país lusófono, não concedeu em tempo útil o visto de viagem para a menina e para a mãe, impedindo desta forma, a sua presença física. No entanto, a canção, foi na mesma apresentada em áudio, mostrando assim o trabalho desenvolvido pela jovem participante.

Centro Cultural de Azambuja esforça-se por arranjar iniciativas para pagar aos músicos

Esta iniciativa era uma das apostas para este mandato da recém-empossada, em abril, direção do CCA. Ao Valor Local, Armando Martins, presidente da coletividade reforça que “é preciso chamar as pessoas da terra ao centro”. A associação continua a debater-se com a falta de músicos, tendência que espera agora inverter, com a nova escola de música. Esta falta de músicos locais faz com que o Centro Cultural, tenha de contratar músicos de fora, de forma a compor a banda, e por vezes, diz o presidente, “a despesa é superior ao lucro”, mas não é por isso que a banda vai deixar de sair. Um dos desejos de Armando Martins, para 2024, é juntar os antigos músicos, que já deixaram o CCA, num concerto de gerações.

Brevemente, Armando Martins, promete mais iniciativas, na passagem de ano, em que se pode organizar um piano bar, ou um espetáculo de teatro, por exemplo. “É necessário, fazer dinheiro” diz. O CCA tem uma despesa fixa anual na ordem dos dezoito mil euros, fora contratações e outras despesas pontuais e mesmo com os apoios da câmara e da junta de freguesia (que inclusive marcaram presença no festival da canção infantil numa manifestação de apoio à coletividade), é muito difícil de sobreviver.

 

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