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Estado vai disponibilizar 48 milhões de euros para casas em arrendamento acessível na Lezíria do Tejo

O ministério da Habitação assinou um acordo com a Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT) tendo em vista a disponibilização de casas em arrendamento acessível.  No conjunto dos 11 concelhos, está previsto o Estado consagrar uma verba de 48 milhões de euros para um máximo de 378 habitações ao abrigo do Programa de Apoio ao Arrendamento.

A ministra Marina Gonçalves esteve em Santarém, na passada sexta-feira, onde deu a conhecer este protocolo que no total do país, estender-se-á a 5210 habitações num total de 607 milhões de euros no âmbito do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR), através do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).

Caberá agora às entidades envolvidas identificarem, construírem ou reabilitarem no sentido de aumentar a oferta “junto da classe média”, referiu Marina Gonçalves, consciente de que “o mercado por si só não resolverá os problemas da habitação”. “Esta é uma parceria para dar resposta à classe média e que complementa o primeiro direito”. Terá de ser identificado, agora, o número de famílias, de espaços físicos, territórios e edifícios.

Já o presidente da CIMLT, Pedro Ribeiro,  vincou que “todas as semanas temos pessoas que precisam de ter uma resposta no que toca à habitação, e por vezes é muito difícil”. O autarca acredita que este programa de habitação a custos acessíveis pode ajudar a ultrapassar a carência em causa.

Depois de encaminhadas as habitações para as famílias, será aplicado um regime de rendas que se adequem aos seus rendimentos, o que não está a acontecer, na maior parte dos casos, atualmente no mercado da habitação na região e no país.

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