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Grande Tribuna com Paulo Colaço “O Novo Partido da Cassete”

Importa começar por dizer que no momento em que estamos a gravar o episódio não sabemos ainda quem ganhou o combate interno no Partido Socialista. Se Pedro Nuno, se José Luís.

Importa também lembrar que estas eram as eleições com o vencedor mais antecipado da história, porque em todas as conjeturas Pedro Nuno Santos era dado como sucessor natural de Costa. E dizia-se “natural” não porque Costa lhe fosse passar o testemunho, mas porque Pedro Nuno ganharia ainda que Costa apostasse noutro sucessor. Medina, Temido, Catarina, Mariana, viesse quem viesse, a vitória de Pedro Nuno era certa.

E porquê? Porquê Pedro Nuno fez, durante anos, um invisível, inteligente e eficaz trabalho de fortalecimento de laços com o chamado “aparelho partidário”.

O que é o aparelho partidário? É o conjunto das pessoas que vivem permanentemente o jogo da conquista e exercício do poder interno. Existe o aparelho nacional, o aparelho regional, o aparelho local.

Porque o poder não está todo concentrado no Parlamento ou no Governo. Também está nas distritais, concelhias e autarquias.

Por isso, não espero outro vencedor que não Pedro Nuno Santos.

Mas sei que, venha quem vier combater o PSD em nome do PS, esse homem vai ter dois focos falaciosos: dizer que o PSD é o partido da troika e acenar com o fantasma da extrema direita.

Ora, isso faz do PS o novo partido da cassete.

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