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Há cada vez mais pessoas a pedir ajuda à Câmara de Azambuja para comprar bens de supermercado

Há cada vez mais pessoas no concelho de Azambuja, que apesar de terem um emprego não conseguem fazer face a todas as despesas do mês, devido às elevadas rendas de casa ou prestações ao banco, e por isso são cada vez em maior número os pedidos de ajuda junto do município. Esta é uma realidade confirmada ao Valor Local, pela vereadora com o pelouro da Ação Social, Mara Oliveira. Ao mesmo tempo perto de 400 crianças estão em risco de pobreza, pelo que a Câmara de Azambuja pretende criar, à semelhança do que já fez Vila Franca de Xira, na nossa região, o Fundo Garantia para a Infância que visa ajudar os agregados familiares com mais necessidades. Estes foram dados apurados através da contabilização do número de crianças que usufruem do abono de família no seu escalão máximo.

A Garantia para a Infância consiste numa prestação que complementa o abono de família de modo a garantir o pagamento de um valor total de 70 euros (incluindo o montante do abono de família).

“Muitas famílias procuram-nos porque não conseguem comprar todos os bens essenciais e são cada vez mais esses pedidos. O ordenado não chega para tudo. As prestações aos bancos aumentaram muito. Mas temos sempre de avaliar muito bem esses pedidos”, refere Mara Oliveira.

Nesta altura são vários os apoios em marcha no município, quer através do Programa Operacional de Apoio às Pessoas mais Carenciadas, via Segurança Social através da Santa Casa da Misericórdia de Azambuja, que contempla, atualmente 128 famílias para um total de 333 pessoas; quer através dos programas municipais em que se incluem o Cartão Refeição que apoia 189 pessoas (69 famílias) com um teto máximo de 72 euros a gastar no comércio local, por mês, por agregado familiar; ou o Cheque Farmácia que apoiou, no último trimestre, 443 pessoas. Está ainda ao dispor da população mais carenciada outro projeto alimentar e de bens essenciais, através de protocolo com a Cruz Vermelha de Aveiras de Cima, constituído por cabazes alimentares com produtos doados em que o município faz “apenas a triagem e a CVP, a atribuição”. Quem recebe este apoio já não recebe o cartão refeição. Neste Natal, o município vai atribuir as famílias sinalizadas um apoio de 50 euros a cada uma.

Ao mesmo tempo, a vereadora salienta que “se tem feito um trabalho de grande proximidade” no bairro social Madre Teresa de Calcutá, que compreende 77 fogos, pelo que depois de um perdão de dívidas de 100 mil euros fruto de anos de rendas que nunca foram pagas, Mara Oliveira refere que, nesta altura, a generalidade dos que habitam as casas sociais do município estão a cumprir com as suas obrigações. “A equipa da Ação Social está a fazer um grande trabalho pelo que todos os residentes estão a pagar as rendas”.

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