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Lélio Lourenço: “E agora Portugal?”

Caros leitores, estamos a chegar ao Natal e ao fim do ano de 2024 carregados com nuvens negras no horizonte e enormes apreensões sobre o futuro e aquilo que nos reserva o novo ano de 2024. Enquanto comunidade, os portugueses, estão muito céticos sobre os tempos mais próximos e creio que todos precisamos de uma boa dose de otimismo misturada com esperança de que melhores dias virão.

Assistimos ao vivo e em direto ao fim do ciclo político de António Costa e do Partido socialista, e não, não foi bonita a festa. O governo sai enredado numa série infindável de demissões de membros do governo, de casos e casinhos que culminaram com investigações e que envolvem diretamente o núcleo duro do governo e com a inevitável demissão de António Costa que agora se vem lamuriar com queixas da Procuradora-Geral da República (que ele escolheu) e com queixas sobre o Presidente da República (que sempre o segurou e apoiou).  Tudo isto existe, tudo isto é triste e é tempo de virar a página. E agora? Com o País a caminhar para eleições legislativas marcadas para o dia 10 de março, entretanto com eleições para a Assembleia Regional dos Açores para dia 4 de fevereiro e as eleições marcadas para dia 9 de junho para o Parlamento Europeu a pergunta que se impõe é como sair deste atoleiro socialista onde o PS nos conduziu?

E não vale a pena acreditar que para resolver o problema criado se pode sair daqui voltando a dar um voto de confiança em quem nos trouxe ao estado em que estamos hoje.  O PS deixa o País com enormes problemas naquelas que são as funções sociais do Estado. Nunca se viu o Serviço Nacional de Saúde no descalabro em que está com o encerramento de dezenas de urgências nos hospitais. Nunca a Escola Pública esteve na situação em que estamos. Hoje ainda com milhares de alunos sem professor a todas as disciplinas. Nunca se viveu uma situação tão dramática na habitação em Portugal com os preços das rendas e com a subida dos empréstimos bancários. Podia continuar por aqui adiante, mas todos sabemos bem os resultados de anos de governação à vista e sem qualquer impulso reformista tendo como único objetivo a manutenção do poder.

Precisamos de voltar a confiar na política e acreditar que o País precisa de novos protagonistas com capacidade e um novo impulso reformista que nos faça acreditar que Portugal tem enormes potencialidade para almejar ser um País mais rico e mais Próspero e não estamos condenados a ficar cada vez mais na cauda da Europa.

Sobretudo num tempo em que os fundos comunitários e o PRR, faz com que o País disponha de recursos financeiros numa dimensão nunca vista e que não podemos desperdiçar. Acredito que só o PSD com Luís Montenegro pode fazer a diferença e voltar a fazer-nos acreditar na política e nos políticos.

Deixo-vos com esta breve reflexão e com votos de um Santo e Feliz Natal e de um Próspero Ano Novo para todos extensivo aos vossos amigos e familiares, com saúde !!

 

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