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Parquímetros voltam a estar em cima da mesa em Azambuja

A hipótese de colocar parquímetros para regular o trânsito na vila de Azambuja voltou a estar comtemplada numa nova postura de trânsito. Ana Coelho, vereadora com este pelouro na Câmara de Azambuja, sustenta ao Valor Local, que existe nesta altura uma empresa que está a elaborar a proposta. O assunto, na última década, tão depressa está em cima da mesa, como rapidamente é colocado dentro da gaveta novamente.

Ao Valor Local, a vereadora sublinha que é urgente regular o estacionamento na vila, e que essa é uma tarefa que depende de vários fatores. Numa altura que algumas comerciantes se mostraram revoltadas, em reunião de câmara, com a falta de estacionamento para os clientes e  para cargas e descargas, junto ao Edifício Moderno, na Rua João Paulo II, a vereadora revela que a autarquia terá em conta as necessidades das lojistas.

Em reunião de câmara, queixaram-se de falta de lugares pelo que os clientes veem-se na obrigação de estacionar “mais longe” para aceder às lojas deste edifício, que fica paralelo à Nacional 3 e a meia dúzia de metros do estacionamento da estação, precisamente do lado oposto à estrada.

Ora segundo as empresárias, o estacionamento lateral à Nacional 3, construído para servir as pessoas que têm como destino Lisboa “não oferece condições de segurança, seja no atravessamento, seja no que toca às próprias viaturas.”

À vereadora apresentaram uma serie de sugestões, sendo que o município estará em breve no terreno, para verificar a validade das mesmas. Neste caso Ana Coelho, descarta para já qualquer intervenção que tenha de mudar o sentido de trânsito, mas assegura que a colocação e marcação de mais lugares para cargas e descargas, será avaliada e possivelmente colocada em prática.

Outra das sugestões, passaria pela colocação de parquímetros. Ora esta é uma velha ideia do município, que nunca avançou até aos dias de hoje. A ideia remonta aos tempos dos mandatos de Joaquim Ramos, mas nunca foi em frente, pois, por um lado a autarquia não tinha à época qualquer forma de os gerir, e para uma empresa externa não seria apelativo, dado que a extensão de parquímetros era pequena e, portanto, pouco rentável.

O assunto chegou a ser abordado pela associação de comerciantes, que à época referia a necessidade de se precaver um período de estacionamento grátis, para incentivar as compras e a distribuição de dísticos aos residentes. Ainda assim, e pese embora a necessidade de regular o estacionamento, esta ideia, que parecia à época a melhor solução, nunca avançou. O vereador do PSD, Rui Corça, também defendeu numa das últimas reuniões de Câmara, a distribuição de dísticos aos residentes e comerciantes como acontece nas principais cidades como forma de regular o estacionamento. Silvino Lúcio, presidente da autarquia, prometeu ter em linha de conta a ideia da bancada laranja.

A vereadora Ana Coelho, ainda em declarações ao Valor Local, refere que o grande principal problema  prende-se com o estacionamento de longa duração através de quem vai trabalhar todo o dia para fora de Azambuja, roubando lugares de estacionamento.

A vereadora sublinha que o novo regulamento de trânsito está entregue a uma empresa da qual “virão também as melhores sugestões”. Aliás, sublinha mesmo que esta empresa “terá como missão recolher igualmente vários testemunhos” que auxiliem na tomada de decisões.

Com dois parques nas entradas norte e sul de Azambuja (junto ao Intermaché e no Campo da Feira) completamente vazios e grátis, Ana Coelho considera urgente que as pessoas se habituem a utilizá-los.

A vereadora lamenta também a falta de resposta por parte da Infraestruturas de Portugal face às intenções do município em construir um acesso direto entre os parques de estacionamento hoje pouco utilizados e a estação de comboios.

Aliás, a vereadora, sublinha mesmo que a IP, negou qualquer hipótese de a autarquia poder vir a construir esse acesso que seria por dentro e paralelo à linha de comboio. Ao invés disso, a IP defende a construção de um passeio, junto à Nacional 3.

A zona onde estão agora estes parques, pouco utilizados, será em breve alvo de uma profunda transformação. Para o local, está planeado os futuros Intermaché e Lidl. A nova postura de trânsito que está a ser elaborada, será, entretanto, alvo de consulta pública.

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