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Grande Tribuna “Depois de mim virá, quem de mim bom fará”

Quem conhece minimamente a política portuguesa sabe que o PS e o PSD se sucedem no governo. Ora um, ora outro. Boa parte das vezes, o PSD é acompanhado pelo CDS, que são o núcleo forte da chamada Aliança Democrática.

Quem conhece minimamente a política portuguesa também sabe que depois de governos péssimos do Partido Socialista vem um governo da Aliança Democrática. E a Aliança Democrática vem para quê? Para resolver o caos em que os socialistas deixaram o país.

Ou seja, nós só temos um país inteiro ainda porque existem PSD e CDS. Se só existisse Partido Socialista, Portugal já tinha sido retalhado às peças para pagar as dívidas da esquerda irresponsável.

Nos últimos oito anos, o Partido Socialista, e toda a outra esquerda, aprenderam uma ladainha vergonhosa. É o chamado “A culpa é do Passos”.

Depois de oito anos a governarem, ainda acham que essa desculpa pega. Que as pessoas acreditam mesmo que os males do país se devem a um homem que deixou a política em 2015.

Ora, o Partido Socialista usa o Pedro Passos Coelho como arma política porque o Partido Socialista não tem vergonha na cara. Mas há mais uma coisa que o Partido Socialista não tem: não tem obra para mostrar.

Mentindo sobre o tempo de Passos Coelho no governo, os socialistas querem esconder que nada fizeram com o tempo que tiveram.

Ora, quem colhe resultados não passa o tempo todo a falar mal do adversário! Quem tem resultados para apresentar passa o tempo a apresentar esses resultados.

É por isso que eu digo: se tivessem resultados para apresentar, em vez de dizerem “a culpa é do Passos”, os socialistas diriam “o mérito é do Costa”. O problema é que não há méritos para se gabarem.

Estes últimos oito anos são a prova de que a Aliança Democrática (PSD e CDS) deveria ter continuado a governar.

E eu espero que isso já não demore.

Até para a semana.