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“Barretes” de Salvaterra de Magos podem ser salvos pela autarquia

A Câmara Municipal de Salvaterra de Magos pondera “tomar conta” da receita dos “barretes” criada pelo restaurante Cabana dos Parodiantes, entretanto encerrado. O espaço fechou portas no início do ano, mas deixa um legado cultural e gastronómico, não só no concelho, como no país.

Helder Esménio, presidente da Câmara de Salvaterra, lamentou após a apresentação do Mês da Enguia, o fecho do restaurante, que também era um espaço cultural, tendo recebido ao longo dos últimos 50 anos, escritores, jornalistas, pintores e outros artistas em tertúlias sempre muito participadas.

Com o fecho deste espaço, os célebres “Barretes” deixam de ser produzidos, e sobre isso o autarca diz que a Câmara está a ponderar a gestão deste que é também um cartão de visita de Salvaterra e que representa uma marca para o concelho.

O presidente considera o “Barrete” um património, mas ressalva que há ainda um longo processo na eventual aquisição da receita. Helder Esménio diz que não caberá ao município comercializar os bolos, e considera mais útil que “essa receita seja entregue a outros espaços comerciais que possam dar continuidade a esse produto”. Helder Esménio sustenta que as dificuldades financeiras da “Cabana dos Parodiantes” são antigas e que isso pesou no fecho do estabelecimento.

Recorda ainda assim que o município tudo fez para ajudar na manutenção deste negócio, seja através da inclusão da Cabana nos vários roteiros turísticos com paragens cirúrgicas naquele espaço, seja através dos diversos eventos que o município organiza ao longo do ano.

Helder Esménio sustenta que, pessoalmente, também era frequentador do espaço, mas a partir do momento que o mesmo deixou de funcionar à noite com as suas tertúlias, a situação financeira da casa deteriorou-se significativamente.

O autarca espera agora que outro operador assuma o espaço, seja para a mesma atividade, seja para algo análogo, ao mesmo tempo que diz ter esperança de que a atividade cultural se mantenha.

Helder Esménio vinca também que muitas pessoas mais novas, não têm memória ou nunca ouviram falar dos Parodiantes de Lisboa, é por isso que o autarca considera importante que o local “fique na nossa memória e mais importante, que fique registado no museu do concelho”.

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